depois de uma dia, no mínimo, curioso, pela noitinha eu peguei um ônibus, que saiu de fortaleza às 6, entrou no meio do nada e, às 12, chegamos na intergalática gijoca. certa espécie tomou conta do ambiente, à meia-noite. pegamos a jardineira, ela adentrou no labairinto de cajuzeiros, casas, panelas dágua naquela que não parecia, ainda, a pior estrada de terra do mundo. depois descrevo os nomes das cidades-fantasma de domingo tarde da noite. numa delas a circonvélice para para comermos alguma coisa. pão-de-queij0 (que, aqui, significa coisa completamente diferente), uns cilindrozinhos chatos de tapioca. quis comer um bolo de batata, mas invan não deixou. falou que não ia ficar tratando de ninguém não. depois, ele me diz que, os locais, (eu havia falado que, no ônibus que pegamos até gijoca, com AC, a população era 95% local (num outro post comento um certo casal de turista)os cearenses tinham rostos iguais), mas ele me diz que os locais estavam todos comendo paçoca. babei, mas já estava degusando minha refeição haute-cuisine. chegando em preá, era praia. lua cheia, mar batendo longe (num outro post - o mar - velas triangulares não são só para turista ver). farol pontuando a cena, e a coisa nos deixa na porta do hotel, antes de duas da manhã. lógico que eu acordei às 7, como se tivesse dormido por 40 horas seguidas> precisava saber em que planeta estava. invan começava a ficar irreconhecível.