30 de abr. de 2007
pré-conceitos.
certa vez, aguardando uma reunião, eu, maria lúcia e framos. ele: moreninho, hein..., ao que respondo na lata: sim, ando adorando esse doutorado. todas as terças e quintas levo tonton à natação e fico por ali também. não satisfeito, prossigo: aliás, não compreendo esse povo que faz doutorado, com salário e bolsa, e fica rodando que nem alma penada pelos corredores, fazendo caras de coitado, ou de apavorado, ou ainda (o pior) de locus da inteligência encarnada sobre a terra. eu estou adorando. e mais (agora chega), acredito que só posso fazer algum trabalho que preste (doutorado ou qualquer outro) a partir do momento em que gosto do que estou fazendo. aí o trabalho anda quase que sozinho. cara de alma penada, para mim, é gol contra. já vou para o trabalho do sujeito achando que deve estar uma bosta. cheio de preconceitos.