nadar na maré alta durante um pôr do sol. perdi dessa vez, mas quando desci a duna ví que tava cheio de gente lá.
passeio de bugue em tatajuba e jijoca: não fui nem sei se quero fazer quando voltar. a coisa é por demais CVC para o meu gosto. quero, sim, é alugar um bugue por um dia inteiro, ir nesses locais sem previsão de chegada ou saída, parando onde quisermos, sem música, sem tipos esquisitos como os brasilienses que estavam nos quadriciclos pelos cenários da casa de areia. como já sabia, os brasilienses saem de brasília, mas brasília não sai dos brasilienses.
no bugue-taxi, quero também ir até o farol e o cemitério para fotografá-los.
quero me perder pelas dunas, com um guarda-chuvas preto, até vir um helicóptero me buscar. hoje me atrevi um pouco mais nelas - logo agora que estava começando a tomar coragem. mas aí apareceram uns burricos e umas vacas calmíssimos (vc já viu burrico deitado de costas na areia, todo alegre, se esfregando todo como quem está tomando alguma espécie de banho pi), mas eu fiquei receoso mesmo assim. estava sozinho. quando passeei de noite lá, tinha rastro daquelas cobras do deserto.
quatro coisas. é o que basta.